GRÊMIO RECREATIVO BLOCO CARNAVALESCO UNIÃO DA PONTE

CARNAVAL 2017

ENREDO: XANGÔ O REI DE OYÓ

SINOPSE:

Xangô era rei de Oyó, terra de seu pai, já sua mãe era da cidade de Empê, no território de tapa. Por isso, ele não era considerado filho legítimo da cidade. A cada comentário maldoso Xangô cuspia fogo e soltava faíscas pelo nariz. Andava pelas ruas da cidade com seu oxé, um machado de duas pontas, que o tornava cada vez mais forte e astuto onde havia um roubo, o rei era chamado e, com seu olhar certeiro, encontrava o ladrão onde quer que estivesse. Para continuar reinando, Xangô defendia com bravura sua cidade, chegou até a destronar o próprio irmão, Dadá, de uma cidade vizinha para ampliar seu reino. Com o prestígio conquistado, Xangô ergueu um palácio com cem colunas de bronze, no alto da cidade de Kossô para viver com suas três esposas: Oyá (Yansã) amiga e guerreira, Oxum, coquete e faceira e Obá, amorosa e prestativa. Para prosseguir com suas conquistas, Xangô pediu ao babalaô de Oyó uma fórmula para aumentar seus poderes, este entregou-lhe uma caixinha de bronze , recomendando que só fosse aberta em caso de extrema necessidade de defesa. Curioso, Xangô contou a Yansã o ocorrido e ambos, não se contendo, abriram a caixa antes do tempo. Imediatamente começou a relampejar e trovejar, os raios destruíram o palácio e a cidade, matando toda a população. Não suportando tanta tristeza, Xangô afundou terra adentro, retornando ao Orun.

Deus do raio, do trovão, da justiça e do fogo. É um orixá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro. Costuma-se dizer que Xangô castiga os mentirosos, os ladrões e malfeitores. Seu símbolo principal é o machado de dois gumes e a balança, símbolo da justiça. Tudo que se refere a estudos, a justiça, demandas judiciais, ao direito, contratos, pertencem a xangô. Ambicioso, chega ao poder destronando seu meio irmão Ajaka. Passa, então, a reinar com autoritarismo e tirania, não admitindo que suas atitudes fossem contestadas, o que possivelmente levou-o a cometer injustiças em suas decisões. Usa o poder do fogo como seu símbolo de respeito. Galante e sedutor, desperta a paixão da divindade Oyá, uma de suas três esposas, as outras são Oxum e Obá.

E com essa energia pura como acostumo falar dos orixás e ao mesmo tempo quente falando do rei do fogo e de suas belas e amadas guerreiras e que nossa agremiação vem apresentar com muita alegria e axé o nosso carnaval de 2017.

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